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Conheça os dez maiores municípios baianos

A Bahia é o maior estado da Região Nordeste e o quinto maior estado brasileiro com 567.692,669 km². Formado por 417 municípios, o estado também possui o maior litoral do país, 1.183 km de extensão. Entre os municípios baianos os dez maiores são:

Formosa do Rio Preto – área 16.514 km²

Maior município em extensão territorial da Bahia. Seu povoamento iniciou-se na primeira metade do século XIX por aventureiros procedentes do Piauí, à procura de ouro e pedras preciosas numa região habitada pelos índios aimorés. Em 1840, criou-se o distrito subordinado ao município de Santa Rita do Rio Preto. Em 1943, mudou-se o nome para Itajuí (que significa pedra bonita) e, em 1953, para Formosa do Rio Preto, em razão da sede municipal localizar-se à margem do Rio Preto, tendo o município se emancipado em 22 de dezembro de 1961.

São Desidério – área 14.876 km²

O município localizado no oeste baiano possui muitas cavernas, encravadas em despenhadeiros de pedras. A Gruta do Catão é um local de rara beleza. Um lago azul antecede a paisagem da entrada. Trilhas pelo meio do mato levam à caverna do Buraco do Inferno, onde se encontra o maior lago subterrâneo do país. Para os amantes da arqueologia, a Gruta das Pedras Brilhantes é um verdadeiro museu a céu aberto, e guarda vestígios de civilizações remotas comprovadas por inscrições e pinturas rupestres datadas de milhares de anos.

Sento Sé – área 12.629 km²

Situado na borda do lago de Sobradinho, na região do Baixo Médio São Francisco, é cercado de um lado pelo Velho Chico e do outro lado por belas serras. Está entre as cinco cidades que tiveram que ser inundadas por causa da construção da barragem de Sobradinho, a nova Sento Sé, erguida somente em 1976. Sento Sé se destaca como o município de maior produção de cebola do Vale do São Francisco, outros produtos que movimentam a economia da região é a extração mineral e o cultivo de uvas sem sementes, a apicultura. O padroeiro da cidade é São José.

Barra – área 12.348 km²

Desde o século XVII, logo após a sua emancipação, promovida pelo então imperador dom Pedro II, foi um estratégico entreposto comercial, de cultura marcante e rica em expressões artísticas, como cerâmica, bronze, madeira e couro. Entre seus patrimônios estão a Igreja do Bom Jesus dos Navegantes (1808), a Catedral de São Francisco das Chagas (1859), a Prefeitura (1904), o Mercado Municipal (1917), o Palacete Dr. Pinto (1919), o Chalé dos Mariani/Camandaroba (1921), o Chalé Irineu Simões/Casa da Cultura Avelino Freitas (início do século XX), a Casa da Fazenda Torrinha (1874) e a Casa da Fazenda Boqueirão (1843).

Barreiras – área 11.979 km²

É um importante entroncamento rodoviário entre o Norte, Nordeste e o Centro-Oeste do país. Geograficamente, está inserida na região mais rica em recursos hídricos do Nordeste brasileiro. A economia da cidade é quase que exclusivamente voltada para o agronegócio, sobretudo para a produção de soja, algodão, milho e café. Situada às margens do Rio Grande no oeste baiano, a Capital da Soja, como é conhecida, é a maior produtora de grãos do Nordeste. Contornada por serras, a cidade possui mirantes naturais com vista para o vale, com belas cachoeiras, grutas e cavernas. O Rio de Ondas e o Rio das Pedras, com suas águas cristalinas são atrações para o visitante, assim como as serras, veredas e a exuberante vegetação nativa local.

Pilão Arcado – área 11.761 km²

Conta a tradição local que a denominação está ligada a uma lenda de pescadores que encontraram um pilão, com formato de uma curva em arco, em uma das margens do rio São Francisco, e passaram a utilizá-lo para pilar o sal que salgava o peixe. Cirado em 1810, Pilão Arcado originou-se de um arraial fundado, em fins do século XVII, com a finalidade de acabar com os constantes ataques dos índios às fazendas de gado da região. Em 1824 passou a integrar a Província de Minas Gerais. Em 1827 passou à administração da província da Bahia. Em 1857 integra então o território de Vila de Nossa Senhora do Remanso de Pilão Arcado. Em 1890, foi desmembrado de Remanso. A sede foi elevada à categoria de cidade em 1938. Em 1974, devido a implantação da Barragem de Sobradinho, no rio São Francisco, a sede foi transferida para local distante 62 km da sede velha. A nova cidade foi planejada e construída pelo Governo Federal, através da CHESF.

Correntina – área 11.636 km²

A localidade surgiu no ciclo do ouro, ao tempo das Capitanias de Pernambuco do donatário Duarte de Costa. E assim ficou até 1824 quando foi transferido para a província de Minas Gerais, depois e definitivamente para a Província da Bahia em 1827. Entre os pontos turísticos da localidade estão a sede própria do Museu Raimundo Sales, a Igreja Matriz no Bairro São José, a Igreja Nossa Senhora da Conceição, no Centro, a de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em São Lázaro, a Igreja Sagrada Família no Setor Rio Rico, a Ponte Padre André, entre outras. Além da Ilha do Ranchão, com uma área de aproximadamente 1.000 m2, cartão de visita da cidade, onde é realizada a festa do Hawai no mês de janeiro. É considerado patrimônio do município; Sete Ilhas, Ilha do Buriti, Ilha do Despejo, cachoeiras da Zumba, Sonrizaç, Catolés etc. Grutas do Remanso, Ponte Velha e Ranchão.

Cocos – área 10.121 km²

O topônimo originou-se da existência da grande quantidade de coco babaçu existente na região. Itaguari significa: ita – pedra, guari – águas cristalinas, eis a beleza que formam as margens do caudoloso rio Itaguari. A fazenda que levou o nome da cidade de Cocos era um coqueiral, e alí começou o povoado com uma feira, embaixo do pé de umbu, no local onde é hoje a prefeitura. Posteriormente levantaram ali mesmo um mercadinho. Nesse mesmo tempo, porém, o povo expunha seus produtos também debaixo de um grande pé de tamarindo. Em volta da paróquia da igreja católica, foi formando a feira, alguns comerciantes farmacêuticos, ourives, cartório, com isto o povoado foi crescendo e, em 1958, a cidade foi emancipada.

Jaborandi – área 10.066 km²

O território era uma vasta extensão de terras que pertencia ao município de Correntina, quando no ano de 1928, começaram a chegar os primeiros povoadores, oriundos das Lavras, atraídos pela grande extensão de terra férteis e a abundância de água, fatores primordiais para a exploração das atividades agrícolas e pecuárias. Em 1943 foi construída a capela que dedicada a Santo Antônio, padroeiro da cidade. Em 1975, o Povoado de Jaborandi já era bastante desenvolvido e seus moradores começavam a pensar na emancipação política administrativa que ocorreu no dia 9 de maio de 1985.

Casa Nova – área 9.697 km²

Está situado às margens do rio São Francisco. A localidade surgiu na primeira metade do século XIX, a partir da descoberta (e comercialização) de sal em seu território. Oficialmente foi criado por lei provincial de 1879, com área desmembrada do município de Remanso, que por sua vez já pertencera a Pilão Arcado. Seu nome original foi São José do Riacho de Casa Nova. Além da sede, compõem o município os distritos de Santana do Sobrado, Pau a Pique, Bem Bom e Luiz Viana. Dois acontecimentos históricos marcantes na história de Casa Nova são o movimento fanático religioso de Pau-de-Colher, em 1938, e a mudança, em 1976, da localização da cidade devido à construção da barragem de Sobradinho.

Fonte: Caro Gestor

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