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PT-BA promete oposição ferrenha e ‘elevar o tom’ contra governo eleito

IMAGEM_NOTICIA_5 (4)A eleição do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) para a presidência da República contra Fernando Haddad (PT) neste domingo (28), além da ascensão da extrema direita e do conservadorismo na Câmara dos Deputados, atribuiu ao derrotado Partido dos Trabalhadores e siglas aliadas uma nova velha situação: voltar à oposição. Somente na Câmara, o capitão da reserva tem como aliados diversos partidos, principalmente os integrantes de bancadas temáticas como a ruralista, a evangélica e a da segurança pública. Todas as frentes com ideias e posturas contrárias às bandeiras tradicionalmente defendidas pela esquerda.

Os petistas baianos reconhecem que o tom adotado durante o governo de transição e a partir de janeiro, no governo Bolsonaro, será de oposição ferrenha e “a favor da democracia”. Ex-líder do governo Dilma Rousseff, Afonso Florence (PT) associa Bolsonaro e Michel Temer e afirma que o presidente em exercício e o eleito são ameaças a democracia, às liberdades individuais e sustentabilidade ambiental.

Neste sentido, segundo ele a bancada do PT-BA vai se opor a tudo que for proposto e considerado por eles como retrocesso. “Tudo que for defesa de direitos conquistados que eles [Bolsonaro e aliados] queiram retirar nós vamos nos opor”, garantiu.

Outro deputado federal do partido pela Bahia, Jorge Solla (PT) prometeu “aumentar o tom” ao defender as posições da esquerda e sugeriu que falhas na oposição poderão colocar “vidas em jogo”. “Temos a noção que a partir de hoje a vida de milhares de trabalhadores rurais sem terra e índios estão em jogo, que vidas de gays, travestis, de negros da periferia, de militantes da esquerda estão em jogo”, afirmou Solla em nota. “Sei que, se nosso trabalho falhar, esses quatro anos podem durar décadas”, completou.

“O nosso papel o eleitorado definiu, é um papel de oposição, com essa pauta de defesa da democracia, dos direitos civis, liberdades individuais, e uma política de defesa do serviço público e da sustentabilidade ambiental, sempre atacadas retoricamente pelo presidente eleito”, sugeriu Florence.

PARTIDOS ALIADOS

O PSD baiano seguiu na contramão da executiva nacional, que já indicou interesse em apoiar Bolsonaro no Congresso Nacional, e no segundo turno apoiou o candidato petista ao Planalto. O senador eleito pela sigla na Bahia, Angelo Coronel, garantiu que vai observar e analisar as ideias e propostas sugeridas pelo presidente eleito no Congresso para aprovação com a balança baiana. “O que for bom para a Bahia, estarei apoiando”, garantiu.

“O que eu achar que vai de encontro ao nosso grupo político, serei opositor firme. O que for mandado de benefício pelo presidente, não terei problema nenhum em aprovar”, afirmou o atual presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), que integra o Senado a partir de fevereiro de 2019.

Coronel defendeu ainda que o Partido Social Democrático poderá assumir um papel de ponte entre o governo estadual e federal. “O PSD pode ser um interlocutor entre Rui e Bolsonaro, pois a grande maioria do partido apoiou Bolsonaro”, disse.

O deputado federal pelo PCdoB, Daniel Almeida, avalia que as pautas defendidas pelo capitão da reserva não são o melhor para o Brasil e pretende se opor “veementemente” a elas. “A convicção que nós temos é que o projeto que foi escolhido não é o melhor caminho para o Brasil. Vamos continuar debatendo nossa opinião, e buscando convencer de forma veemente e enérgica em torno da defesa das ações que nós não enxergamos no governo eleito o compromisso”.

Já o PP, garantiu que ainda não há uma posição definida. De acordo com o deputado federal Claudio Cajado, a sigla ainda não se reuniu para estabelecer o papel e o tom que será adotado em relação ao novo governo. “Não tive uma reunião ainda com o presidente estadual do partido, com o presidente nacional, e nem com a executiva do partido para discutir essa questão, então não podemos falar qual será o posicionamento agora”, disse Cajado que afirmou ainda que não há previsão de quando essa reunião de alinhamento será realizada.

Fonte: Bahia Notícias

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Presidente do PSL diz que Bolsonaro fiscalizará agenda cultural e intelectual na Bahia

IMAGEM_NOTICIA_5 (3)Presidente do partido de Jair Bolsonaro (PSL) na Bahia, Dayane Pimentel descartou qualquer hipótese de boicote político ao governo oposicionista de Rui Costa (PT) no estado. “Eu posso garantir que o Bolsonaro governará para a Bahia e acredito que o presidente eleito está para servir a sociedade mesmo em caso de governador petista”, comentou. 

Apesar de eliminada a hipótese de querer vencer a oposição desgastando o governo Rui por isolamento do governo federal, Pimentel deixa claro que Bolsonaro irá fiscalizar de perto a agenda intelectual e cultural do estado. 

“O Bolsonaro vai ser o grande fiscalizador cuidando da agenda cultural e intelectual. Essa apologia à ideologia de gênero e doutrinação escolar por meio dos direitos humanos terá fiscalização”, frisou a professora. “Essa será uma questão temática para o boicote, nesses termos, para favorecer a sociedade”, comentou Pimentel. 

Ao repetir que sanções políticas e econômicas não serão feitas a Bahia, Dayane voltou a defender que as manifestações culturais precisam de “melhora”. “Tendo em vista as questões ideológicas culturais, defendemos que os governos esquerdistas tem as piores perspectivas. Não estamos aqui para fazer boicote para essas questões, mas promover melhoria. Para fazer oposição aos esquerdistas e esse pessoal vai fazer oposição a nós”, justificou. 

Mais conhecida como Professora Dayane Pimentel, a baiana de Feira de Santana alcançou 136.742 votos e foi eleita a quarta deputada federal mais votada pela Bahia em 2018. 

Fonte: Bahia Notícias

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Com briga na Justiça, eleição no SINDPOC-BA tem 2 comissões eleitorais e 3 datas diferentes

IMAGEM_NOTICIA_5 (2)A eleição para escolher a nova diretoria do o Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (SINDPOC-BA) é marcada por um imbróglio com a justiça. Duas comissões eleitorais foram instituídas, três datas foram divulgadas e três chapas foram inscritas. Policiais civis sindicalizados não sabem que dia devem ir votar e ter a eleição garantida.

Contatado pelo Bahia Notícias, o atual presidente do SINDPOC-BA, Marcos Maurício, candidato derrotado ao Senado Federal pelo DC, disse que a eleição mudou de data. “Nossa eleição seria amanhã (31), mas mudei para dia 8 para dar tempo, julgar os recursos, fazer a eleição da forma correta. Dentro do prazo legal”, disse.

No entanto, a chapa de Carlos Lima marcou para o dia 5 de novembro. “A chapa de Carlos Lima entrou na justiça, sem sentido. Através de advogado que é procurador do Estado. Pegaram a liminar da eleição. Entrei com agravo de instrumento e foi aceito. Eliminou a decisão. Tornou válida a assembleia para o dia 8 de novembro”, se defendeu Maurício.

“A junta que é válida é a nossa junta eleitoral. A desembargadora decidiu que os atos praticados por Estácio Lopes são válidos.  Os atos praticados por mim no dia 10 de eleger também são válidos. Nós estamos tocando a eleição normalmente”, pontuou.

O terceiro candidato, Chico Denriara, afirmou ao BN que não vai aceitar nenhuma data da eleição. “A gente entende que o ideal é tornar nulos os atos, cancelar. Instituir uma comissão neutra para conduzir o processo, com transparência”, disse. Denriara criticou a eleição do dia 8, como informou Marcos Maurício.

“É um ato ilegal. Sem comunicar a categoria, por conveniência dele. Estão mudando por condições de logística, falta de recurso. Por isso postergaram”, completou.

Fonte: Bahia Notícias

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Fieb critica possível extinção do Ministério da Indústria em governo Bolsonaro

IMAGEM_NOTICIA_5A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) divulgou nota nesta segunda-feira (29) criticando a possível extinção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, já cogitada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). No texto, a entidade também pediu que o novo governo priorize reformas econômicas.

Bolsonaro já falou em incluir a pasta da Indústria em um superministério que englobaria também a Fazenda e o Planejamento. Para a entidade, a mudança é “inexplicável”. “O presidente da Fieb defende uma atenção especial à indústria, setor que vem perdendo competitividade ao longo dos últimos anos”, diz a nota.

A Fieb também defende que o novo presidente priorize as reformas tributária, previdenciária e a administrativa, como forma de criar um ambiente de negócios positivo e reduzir o tamanho do Estado. “É também fundamental garantir segurança jurídica para que o empresário se sinta confiante para investir”, afirmou o presidente da Fieb, Ricardo Alban.

Fonte: Bahia Notícias

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‘Estava muito sentido’, diz Haddad sobre não cumprimentar Bolsonaro no domingo

IMAGEM_NOTICIA_5O candidato derrotado na disputa pela Presidência no segundo turno, Fernando Haddad (PT), disse que não cumprimentou ainda no domingo (28) o vencedor na disputa, Jair Bolsonaro (PSL), por ainda estar “muito sentido”. Em entrevista à TV Globo, ele comentou que estava “sentido” com uma “fake news”.

“Ontem teve um último ataque muito forte de fake news, via Whatsapp, e ontem foi o mais baixo dos ataques, inclusive esclarecido pela imprensa, acusando de eu abusar de uma menina de 11 anos. Uma coisa muito grotesca. Eu fui alvo desses ataques quase a campanha inteira. Não esperava que ontem haveria um último disparo de mensagens contra mim”, afirmou.

Haddad parabenizou Bolsonaro pela vitória na eleição por meio do Twitter, na manhã desta segunda. Ele disse que já voltou a dar aulas e só deve falar sobre seus próximos passos na vida política a partir da próxima semana. “Um professor não foge à luta, depende do que a história me reservar”, comentou.

Fonte: Bahia Notícias

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Lewandowski determina cumprimento de decisão para Folha entrevistar Lula

IMAGEM_NOTICIA_5 (2)O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (1º) o cumprimento da decisão tomada por ele na sexta (28) autorizando que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedesse entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Lewandowski, avaliou como censura a decisão do colega do STF, ministro Luiz Fux, que barrou ainda na sexta-feira (28) a decisão inicial de permissão da entrevista.

Durante a participação de um debate na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Lewandowski falou sobre o crescente protagonismo do poder Judiciário no Brasil e ao listar algumas “decisões surpreendentes”, citou por último a de Fux, sem citar o nome do colega. “Essa decisão censurou um dos mais importantes veículos de comunicação do Brasil, impedindo que este veículo fizesse uma entrevista com um ex-presidente da República”, disse o ministro do STF, também sem citar o nome de Lula.

Fonte: Bahia Notícias

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A seis dias da eleição, presidente do PT-BA chama quebra de sigilo de Palocci de ‘manobra’

IMAGEM_NOTICIA_5 (1)veraldo Anunciação, presidente do PT na Bahia, comparou a quebra de sigilo da delação de Antonio Palocci, nesta segunda-feira (1°) – a seis dias da eleição -, como uma “manobra de manipulação” também feita contra o PT em 1989 durante a cobertura do sequestro do empresário Abílio Diniz.

Para o dirigente estadual, a atitude de Sérgio Moro (veja aqui) se compara a da mídia que, ao relacionar o sequestro do executivo do grupo Pão de Açúcar em 1989 com o PT, prejudicou o desempenho de Luiz Inácio Lula da Silva na disputa contra Fernando Collor de Mello na eleição presidencial. A relação custou caro para o ex-presidente que perdeu a disputa no segundo turno daquele ano.

“As eleições precisam ser decididas pelo voto soberano do povo. O Brasil não aceita manipulações e esse tipo de comportamento”, falou. Apesar da tentativa, segundo o presidente a quebra do sigilo não deve interferir no resultado da corrida: “A sociedade está vacinada contra essa tentativa de manobra”.

De acordo com o Antagonista, Palocci narrou em delação diversas formas de corrupção adotadas pela gestão petista em parceria com partidos aliados, associando diretamente o aparelhamento político da máquina pública à corrupçã

Fonte: Bahia Notícias

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Por 6 votos a 1, TSE rejeita candidatura de Lula nas eleições

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Por 6 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na madrugada de hoje (1º) rejeitar o pedido de registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República nas eleições de outubro. A decisão foi tomada a partir de 16 impugnações à candidatura apresentadas ao tribunal.

Com a decisão, Lula não poderá mais aparecer no programa eleitoral para presidente, veiculado no rádio e na televisão a partir deste sábado (1º), até que o PT faça a substituição por outro candidato. Conforme o entendimento, o ex-presidente também deverá ter o nome e foto retirados da urna eletrônica. O partido terá 10 dias para indicar o substituto. A decisão tem validade imediata porque será publicada ao término da sessão.

Os ministros ainda suspenderam a sessão durante a madrugada para definir se a sentença deveria incluir a retirada completa da propaganda do PT na TV e no rádio. Os ministros optaram, no entanto, somente pela proibição da participação de Lula como candidato, o que permite que o candidato a vice Fernando Haddad continue a fazer propaganda.

O placar da votação foi formado com base no voto do relator, ministro Luís Roberto Barroso. Para o ministro, Lula está inelegível com base na Lei de Ficha Limpa, aprovada em 2010, que veta a candidatura de quem foi condenado por órgão colegiado.

Barroso também entendeu que a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) para que Lula participe do pleito não tem força para vincular o Judiciário do país.

O entendimento foi seguido pelos ministros Jorge Mussi, Og Fernandes, Admar Gonzaga, Tarcísio Vieira e a presidente, Rosa Weber. A ministra divergiu em parte do relator ao entender que Lula poderia participar da campanha em função do cabimento de recursos, mas ficou vencida.

Edson Fachin foi o único a votar a favor do argumentos apresentados pela defesa de Lula. Em seu voto, Fachin disse que Lula está inelegível com base na Lei da Ficha Limpa, por ter sido condenado na segunda instância da Justiça brasileira, mas, mesmo estando preso, pode concorrer nas eleições devido à recomendação do órgão da ONU.

PGR

Durante o julgamento, a procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, opinou contra a concessão do registro de Lula. Segundo a procuradora, Lula foi condenado pela segunda instância da Justiça Federal e não pode disputar o pleito.

Defesa

A defesa de Lula pretende recorrer ao Supremo para tentar garantir a presença do ex-presidente nas eleições.
Durante o julgamento, a defesa do ex-presidente afirmou que a Justiça brasileira deveria cumprir recomendação do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas e liberar o registro de candidatura do ex-presidente nas eleições.

A defesa de Lula também pediu que o TSE não julgasse o pedido de registro. De acordo com o advogado Luiz Fernando Pereira, o processo não estava pronto para julgamento, porque não houve todas as manifestações finais dos que contestaram o registro. Segundo Pereira, “o julgamento é nulo” sem o rito processual que deve ser seguido.

Por André Richter – Repórter da Agência Brasil Brasília

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Por unanimidade, TSE aprova flexibilização da propaganda eleitoral

IMAGEM_NOTICIA_5 (4)O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu na noite desta terça-feira (28) que os presidenciáveis com menos de 30 segundos no horário eleitoral gratuito poderão fazer acordos para flexibilizar o tempo na propaganda de rádio e TV.

Com isso, os candidatos poderão acumular segundos e aparecer menos vezes, mas por um período maior, no horário eleitoral gratuito.

Assim, os candidatos deixariam de participar do programa em uma data, compensando na outra.

A mudança foi uma das sugestões feitas pelo Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral (Ibrade) ao TSE.

O instituto destaca que apenas 5 das 13 coligações terão tempo superior a trinta segundos e, por isso, sugeriu a mudança.

O plano de mídia foi divulgado pelo TSE na semana passada.

As mudanças foram aprovadas por unanimidade em plenário nesta terça.

O TSE não esclareceu como essa mudança será feita.

O tribunal também vetou a possibilidade de os presidenciáveis dividirem as inserções de 30 segundos em duas de 15 segundos.

A propaganda eleitoral em rádio e TV vai de 31 de agosto a 4 de outubro, mas os programas dos presidenciáveis serão transmitidos às terças, quintas e sábados.

No total, 13 políticos pediram registro de candidatura para presidente da República.

O TSE anunciou o tempo previsto na divisão no horário eleitoral gratuito durante o primeiro turno.

Cada presidenciável participará dos dois blocos diários de programa, que terão 12 minutos e 30 segundos cada.

No rádio, a propaganda vai de 7h a 7h12m30 e de 12h a 12h12m30.

Na TV, o horário eleitoral será de 13h a 13h12m30 e das 20h30 até 20h42m30.

Fonte: Bahia Notícias

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Zé Ronaldo recebe doação de R$ 60 mil do diretório estadual do DEM

IMAGEM_NOTICIA_5 (3)O candidato ao governo do Estado pelo DEM, Zé Ronaldo, recebeu a primeira doação de campanha para as eleições deste ano. Foram R$ 60 mil da direção estadual do partido, comandado na Bahia pelo deputado federal José Carlos Aleluia e nacionalmente pelo prefeito de Salvador, ACM Neto. 

A informação consta do site Divulga Cand, que reúne dados sobre os candidatos das eleições de outubro. Segundo Neto, o valor mínimo destinado pela legenda para as campanhas ao governo em todo país é de R$ 2,5 milhões. No entanto, esse valor pode aumentar e chegar aos R$ 6 milhões, caso Zé Ronaldo reúne duas condições: viabilidade eleitoral e o tamanho do estado. Segundo o prefeito, entretanto, o candidato ainda não possui as duas condicionantes (relembre). 

Fonte: Bahia Notícias

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