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Com prisão de Geddel, PMDB deve ficar de fora da chapa de ACM Neto em 2018

Paulo-Souto-ACM-Neto-Geddel-360x210Os planos políticos de Geddel Vieira Lima (PMDB) para 2018 estão enterrados. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a prisão do ex-ministro acabou com seus planos de tentar uma vaga no Senado em 2018, na chapa encabeçada pelo prefeito de Salvador ACM Neto (DEM).

Aliados avaliam que se a saída do cargo de ministro da Secretaria de Governo já havia o enfraquecido politicamente, a prisão o tira do jogo completamente para 2018. Sem Geddel, o PMDB corre o risco de ficar de fora da vaga na majoritária do grupo de Neto. O partido, porém, tem o vice-prefeito de Salvador, Bruno Reis (PMDB), que deve ficar no comando do Palácio Thomé de Souza no lugar de Neto.

Segundo a Folha, PSDB e PRB devem ser contemplados com as vagas para disputar o Senado, enquanto o PR, atualmente na base do governador Rui Costa, é cotado para integrar a chapa.

Vagas ao Senado devem ficar com PSDB e PRB

Fonte: Varela Notícias

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Aliado, ACM Neto prefere ‘não antecipar juízo de valor’ sobre prisão de Geddel

IMAGEM_NOTICIA_5 (4)O prefeito de Salvador, ACM Neto, preferiu não comentar a prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que aconteceu na tarde desta segunda-feira (3). Aliado, o chefe do Executivo soteropolitano afirmou, por meio de nota, que é necessário “aguardar os desdobramentos dos fatos, inclusive a manifestação da defesa, para se fazer juízo de valor acerca do episódio envolvendo o ex-ministro Geddel Vieira Lima”. “Nesta hora, quando as informações são muito preliminares, prefiro não antecipar nenhum juízo de valor até que tudo seja devidamente esclarecido”, apontou ACM Neto.

Fonte: Bahia Notícias
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Geddel Vieira Lima é preso na Bahia pela Polícia Federal

IMAGEM_NOTICIA_5 (3)O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) foi preso nesta segunda-feira (3) pela Polícia Federal. A prisão ocorreu em Salvador, onde ele reside. Geddel foi citado nas delações da JBS como interlocutor do presidente Michel Temer para assuntos relacionados à empresa. A detenção preventiva foi ordenada pelo juiz federal Vallisney Oliveira, no âmbito da Operação Cui Bono, que investiga irregularidades na Caixa Econômica Federal. O peemedebista estaria tentando obstruir as investigações. Em gravação feita pelo empresário Joesley Batista com o presidente Michel Temer, o ex-ministro é classificado pelo executivo como “ponte” entre Temer e a empresa (relembre). Ele destaca que, quando ministro, Geddel “sempre estava ali”. “Mas Geddel também, com esse negócio, eu perdi o contato porque ele virou investigado, agora eu não posso também. Eu não posso encontrar com ele”, explica o empresário ao presidente durante o diálogo. Temer concorda com o dono da JBS, afirmando para ele “ir com cuidado” porque isso poderia figurar “obstrução da Justiça”. O empresário, então, questiona qual seria a melhor forma de falar com o presidente, uma vez que por intermédio de Geddel estaria mais difícil. O homem apontado por Temer para fazer essa transição foi Rodrigo Rocha Loures. Dias depois, Loures foi flagrado saindo de uma pizzaria em São Paulo com uma mala contendo R$ 500 mil. A prisão de Geddel já era bastante especulada pelo meio político em Brasília e indica uma aproximação ainda maior das investigações a figuras próximas do presidente Michel Temer. Até novembro de 2016, o peemedebista ocupava a Secretaria de Governo, porém pediu demissão após se envolver em uma polêmica com o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, que o acusou de tráfico de influência para a liberação de obras do condomínio La Vue, na Ladeira da Barra, em Salvador – as obras eram em um trecho que exigia autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Além da JBS, Geddel também foi citado nas delações premiadas da Odebrecht e pode se tornar alvo de inquérito. Neste domingo (2), o vice-prefeito de Salvador, Bruno Reis (PMDB), chegou a dizer que o ex-ministro estava “tranquilo” com a escalada de fatos o envolvendo na Lava Jato (veja aqui). No dia seguinte, entretanto, Geddel foi levado preso, sem previsão de quando poderá voltar à liberdade. (Atualizada às 17h02)

Fonte: Bahia Notícias
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Defesa de Geddel diz que prisão foi ‘absolutamente desnecessária’ e midiática

IMAGEM_NOTICIA_5 (2)Preso nesta segunda-feira (3) pela Polícia Federal, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) recebeu R$ 20 milhões em propina do grupo J&F por ter viabilizado a liberação de empréstimos da Caixa Econômica Federal (CEF) para a empresa. O dinheiro teria sido intermediado pelo doleiro Lúcio Funaro, preso no âmbito da Operação Lava Jato. As informações constam na decisão do juiz Vallisney Oliveira, da Seção Judiciária da Justiça Federal em Brasília, que decretou a prisão preventiva do peemedebista. Segundo o magistrado, a acusação foi feita nos depoimentos de Funaro e do empresário Joesley Batista – o primeiro tenta selar acordo de delação premiada. “Conforme delação de Lúcio Funaro, Geddel teria recebido R$ 20 milhões somente em decorrência da atuação de liberação de empréstimos às empresas J&F, MAFRIG e Bertin, mediante práticas ilícitas de cobrança de propinas como forma de liberação do empréstimo e sobre o percentual do empréstimo”, sustenta Vallisney. Na delação, Batista confirma a participação e a ligação de Geddel com Eduardo Cunha, preso e condenado pela Lava Jato, e o pagamento de aproximadamente R$ 100 milhões da J&F a Funaro. Na decisão, o juiz também afirma que, após sair da Vice-presidência da CEF, Geddel continuou usando sua influência política para interferir em favor de empresas. O magistrado citou depoimento de Funaro. “Que a última operação de crédito viabilizada pelo declarante foi de uma linha de crédito no valor de R$ 2,7 bilhões para a compra da Alpargatas, ocorrida em dezembro de 2015. Que, nesta época, Geddel já havia saído da Vice-presidência, mas continuava controlando-a”, diz a peça, que chega a citar ainda o caso envolvendo o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, que pediu demissão do cargo alegando pressões do ex-ministro peemedebista para liberação da construção de um prédio de luxo em Salvador, obra embargada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No documento, o juiz fala também de “investidas” de Geddel contra pessoas ligadas a Henrique Eduardo Alves, Cunha e Funaro, todos presos, para evitar que eles selassem acordos de delação premiada. As “investidas” foram encaradas como tentativas de obstrução da Justiça, o que motivou o pedido de prisão feito pelo MPF. Além da prisão, a Justiça autorizou ainda busca e apreensão dos celulares de Geddel e a quebra do sigilo telefônico dele.

Fonte: Bahia Notícias
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Prisão de Geddel não deve afetar reforma trabalhista no Senado, avalia Otto

IMAGEM_NOTICIA_5O senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que a prisão de Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) não deve interferir nos trabalhos do Senado. Nesta terça-feira (4), está prevista a votação, pelo plenário da Casa, do requerimento de urgência para tramitação da reforma trabalhista. “No Senado, creio que não haja alteração. A expectativa mesmo é se houver o retorno de Aécio. Ele vai ter que dar explicações no plenário, mas as explicações dele, para mim, não vão convencer muito”, disse Otto, em entrevista ao Bahia Notícias. Na avaliação do parlamentar, entretanto, a prisão do ex-ministro, que é muito próximo ao presidente Temer, pode fragilizá-lo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, onde será votada a admissibilidade da denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Temer. “A prisão de Geddel pode enfraquecer Temer na Câmara, já que ele é uma pessoa ligadíssima ao presidente”, afirmou. Ele ainda ironizou o peemedemebista ao relembrar que, recentemente, diversos nomes ligados a ele foram presos. “Você imaginar que todas as pessoas eram ligadas umbilicalmente ao presidente e o Temer não sabia de nada, não dá para acreditar”, afirmou.

Fonte: Bahia Notícias
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Durante recesso forense, apenas Cármen Lúcia poderia soltar Geddel Vieira Lima

IMAGEM_NOTICIA_5 (1)A única saída para o ex-ministro Geddel Vieira Lima seria a liberação de um habeas corpus (HC) pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia. Acontece que o Judiciário brasileiro entrou em recesso oficialmente nesta segunda-feira (3) e irá até o dia 31. Dessa forma, os prazos da Justiça serão prorrogados para o dia 1º de agosto, que será uma terça-feira e, apenas Cármen Lúcia, responsável pelo plantão durante o recesso forense no STF, poderia conceder a liminar para que o ex-ministro seja solto. Procurado pelo Bahia Notícias, o advogado de Geddel, Gamil Foppel, confirmou que o ex-ministro tinha sido preso, mas não deu maiores informações sobre o caso. Geddel foi preso preventivamente pela Polícia Federal, a mando do Ministério Público Federal (MPF) nesta segunda-feira (3) (veja aqui aqui). Ao contrário da prisão temporária, a prisão preventiva não tem prazo para ser finalizada.

Fonte: Bahia Notícias
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Denúncia contra Collor na Lava Jato é liberada por Fachin para julgamento

IMAGEM_NOTICIA_5O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu enviar para julgamento na 2ª Turma do Supremo a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador e ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTC-AL), na Lava Jato, no contexto de uma organização criminosa relacionada à BR Distribuidora. Ainda não está marcada a data do julgamento, que poderá tornar Collor réu. Denunciado junto com mais 8 pessoas, Collor responderá por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato. Além disso, tanto ele como os demais denunciados são acusados também do crime de organização criminosa. Segundo as investigações, pelo menos entre os anos de 2010 e 2014, mais de R$ 29 milhões em propina foram pagos ao senador em razão de um contrato de troca de bandeira de postos de combustível celebrado entre a BR Distribuidora e a empresa Derivados do Brasil (DVBR), bem como em função de contratos de construção de bases de distribuição de combustíveis firmados entre a BR Distribuidora e a UTC Engenharia. A suposta organização criminosa relacionada à BR Distribuidora atuaria voltada principalmente ao desvio de recursos públicos em proveito particular, à corrupção de agentes públicos e à lavagem de dinheiro. Segundo a PGR, teria ocorrido em razão da influência do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) sobre a empresa. Os demais denunciados são: Caroline Serejo Medeiros Collor de Melo, esposa do senador; Luís Pereira Duarte de Amorim, considerado o “testa-de-ferro” do senador; Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, na condição de “operador particular” do senador; Luciana Guimarães de Leoni Ramos, esposa de Pedro Paulo; os assessores parlamentares Cleverton Melo da Costa (falecido), Fernando Antônio da Silva Tiago e William Dias Gomes; e Eduardo Bezerra Frazão, diretor financeiro da TV Gazeta de Alagoas. A denúncia foi assinada em 18 de agosto de 2015, pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e foi aditada (ampliada) em março de 2016.

Fonte: Bahia Notícias

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Deputado Elmar Nascimento não esteve em encontro de apoio a Temer

35903,bahia-tem-o-maior-numero-de-deputados-em-encontro-de-apoio-a-temer-1O presidente Michel Temer (PMDB) convidou boa parte dos líderes que o apoiam no Congresso e seus ministros para um jantar, na noite do último domingo (21), no Palácio do Alvorada. Entretanto, ele acabou transformando o evento em um encontro informal com poucos parlamentares e até baixa participação de quem ocupa o primeiro escalão da Esplanada, após ficar em baixa com o Congresso diante da divulgação de escândalos. Entre os parlamentares, vários baianos aderiram ao encontro.

Ao todo, Temer mobilizou 23 deputados, seis senadores e 18 ministros. Cinco deputados baianos estiveram no encontro. São eles: José Carlos Aleluia (DEM-BA), Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), Benito Gama (PTB-BA), Artur Maia (PPS-BA) e José Rocha (PR-BA), líder do PR. O deputado Elmar Nascimento não esteve no encontro. Além deles, quem também esteve na reunião foi o ministro baiano Antonio Imbassahy (PSDB), da Secretaria de Governo. Confira a lista de presentes:

Deputados:

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ),

Pauderney Avelino (DEM-AM)

Danilo Forte (PSB-CE)

José Carlos Aleluia (DEM-BA)

Heráclito Forte (PSB-PI)

André Moura (PSC-PE)

Beto Mansur (PRB-SP)

Carlos Marum (PMDB-MS)

Rogério Rosso (PSD-DF)

Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA)

Efraim Filho (DEM-PB), líder do DEM na Casa,

Baleia Rossi (PMDB-SP), líder do partido na Câmara

Evandro Roman (PSD-PR)

Alexandre Baldy (Podemos-GO), líder do bloco PP, Pode e PTdoB na Câmara,

Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)

Benito Gama (PTB-BA)

Pastor Franklin (PP-MG)

Artur Maia (PPS-BA)

Luis Tibé (PTdoB-MG)

José Rocha (PR-BA), líder do PR,

Rubens Bueno (PPS-PR)

Celso Russomano (PRB-SP)

Darcísio Perondi (PMDB-RS)

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Autor de laudo citado por Temer usou equipamento amador para fazer perícia

IMAGEM_NOTICIA_5 (6)O autor do laudo citado pelo presidente Michel Temer usou um programa amador para realizar perícia no áudio gravado pelo empresário Joesley Batista. O peemedebista citou o documento em pronunciamento no último sábado (20), para argumentar que o áudio foi editado e que é vítima de conspiração. Segundo jornal O Globo, o perito judicial Ricardo Caires dos Santos usou o Audacity, programa gratuito para edições caseiras de áudio, e o Vegas Pro 10, ferramenta para edição de vídeo. Especialistas ouvidos pela publicação afirmam que as ferramentas são insuficientes para dizer se houve ou não edição da gravação. “A perícia de um áudio é um trabalho multidisciplinar, exige um grupo de pessoas, diversos softwares e alguns dias de trabalho. Não dá pra fazer em poucas horas”, afirmou um especialista que pediu anonimato. Caires dos Santos encontrou 14 pontos de edição entre 15 e 20 pontos de corte e diversos trechos de ruído, ao contrário dos 50 pontos de edição como teria sido apontado pela reportagem citada por Temer. Apesar de perceber a edição, Caires dos Santos não soube precisar onde estão os pontos editados.

Fonte: Bahia Notícias
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Após vazamento de áudios, PSDB apresenta dissidências sobre apoio a Temer

IMAGEM_NOTICIA_5 (5)Após a polêmica envolvendo o presidente Michel Temer e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), o PSDB apresenta dissidências internas com relação ao apoio ao chefe do Executivo. Assim que o jornal O Globo divulgou o conteúdo de um áudio de diálogo entre o presidente e o empresário Joesley Batista, o partido se posicionou afirmando que iria deixar a base do governo após a análise do material fosse divulgada. No entanto, com a retirada do sigilo e a publicação dos áudios pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a bancada do partido resolveu manter-se apoiando Temer. Mesmo com o posicionamento da bancada, o deputado federal João Gualberto (PSDB-BA) e outros sete deputados não concordaram com a ação e pediram o impeachment do presidente na Câmara dos Deputados. “Nós vamos manter a nossa posição de oposição ao governo Temer, votando a favor das reformas, votando a favor das matérias de interesse do Brasil, mas fora do governo. Todos nós vamos ficar fora do governo”, declarou Gualberto, ressaltando que existem mais deputados federais insatisfeitos com o apoio do partido a Temer e que devem se declarar como opositores à atual gestão – são 47 parlamentares na Câmara e 11 no Senado. De acordo com Gualberto, o descontentamento com o peemedebista não é novo. A divergência no partido viria desde o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.  “Na época do impeachment, o nosso grande dilema é que aprovando o processo, como foi aprovado, quem iria governar era o PMDB, era Michel Temer. Então grande parte da bancada já não gostaria de participar do governo”, explicou. Em entrevista ao Bahia Notícias, Gualberto comentou o atual cenário político brasileiro, a inconsistência do PSDB no apoio ao Temer, o futuro do país, a corrupção sistemática, as eleições 2018 e a promessa do “novo” para a política. Confira entrevista completa!

Fonte: Bahia Notícias
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